domingo, 10 de outubro de 2010

eu vim aqui falar dos meus "amores"


Hoje, uma pergunta ficou martelando a minha mente o dia todo: "Quando sabemos que o que estamos sentindo é amor?" e resolvi vim aqui falar dos meus "amores".
Se eu for pensar em todas as vezes que eu achei que estava amando alguém, vai ser difícil escrever aqui, porém poucas vezes eu teve certeza (ou não) disso. Eu tinha doze anos quando eu conheci meu primeiro amor. Era meu colega, sentava do meu lado na sala de aula e a princípio era meu melhor amigo. Fazíamos trabalhos juntos, no recreio estávamos juntos em todos os lugares, sempre juntos. Quando percebi que o que sentia não era só amizade, veio a terrível e dramática notícia: ele era loucamente apaixonado pela nossa colega e para piorar um pouco mais, minha "melhor" amiga. Eu não sabia o que fazer e depois de meses e meses no martírio, criei coragem (que veio não sei de onde) e contei a ele o que realmente sentia. A vergonha tomou conta de mim, na escola não conseguia mais conversar e nem olhar ele, pois tudo o que eu sentia não era correspondido e se tratando do primeiro amor, era coisa pra morrer. Desistia, insistia, resistia. Bom, depois de mais de um ano sofrendo, morrendo e chorando, depois de noites e noites no telefone com o moço apaixonado pela minha melhor amiga, eu resolvi desistir e eis que um beijo surge, após uma aula de Educação Física. Eu não sei de onde eu tirei tanta felicidade, meu sorriso era de orelha a orelha. E desse primeiro amor sofrido, se transformou em um namoro de quase dois anos (com idas e vindas), com muitas histórias pra contar, lindas por sinal. Ai, um certo dia tudo se acaba e surge mais um período em que o mundo desabava, choros, lamentos ... até que, em uma festa de última hora, eu conheço o novo amor da minha vida!
Um menino lindo, tímido, que me encantou no primeiro olhar. Com ele, esqueci todo o sofrimento, não chorava mais com frequência e nem me importava mais com o fulano. Eu pensava nele. Saia sem rumo, só para o encontrar. Foi um começo simples, tímido, mas que com o passar do tempo foi se tornado forte, intenso. Passei com ele momentos lindos, maravilhosos, vivi experiências novas, cresci, amadureci muito. Comecei a ver a vida de outra forma, me senti mais mulher, mais desejada. Essa "amor" durou um ano e dois meses e o motivo do fim, prefiro esquecer e guardar só as coisas boas, as lembranças boas. Um tempos depois ... eis que surge em minha vida um anjo ... foram os meses mais marcantes da minha vida. Foi tudo muito rápido, apaixonante. Se tornou parte de mim em questões de dias e eu estava morrendo de amores. Por impulso, a gente acaba perdendo oportunidades que poderiam ser amadurecidas e que foram jogadas fora. Foram momentos ótimos os quais vivi, que duraram apenas quatro meses, mas foram tão importantes, que as lembranças ainda são bem vivas. Chorei, como nunca tinha chorado e entre tantos e tantos consolos, alguém em especial me falava coisas tão lindas que eu já nem dava tanta importância ao sofrimento.
Esse "amor" já não era um menino, era um cara, vivido (mas não velho), vinte e poucos anos, mas com um coração mole, igual ao meu. Só que tinha um problema: a distância. Alguns quilômetros nos separavam e mesmo não o vendo e não o tocando, eu amei profundamente. Foram horas, dias, noites amando sem ao mesmo conhecê-lo e quando chegou esse momento eu tremia, suava frio, na minha barriga, parecia que haviam borboletas... naquele momento, foi a melhor coisa que eu já havia sentido, o toque, o beijo, o abraço, que nem tenho palavras para expressar. Foi uma semana de convívio diário, mas que valeu por toda a minha vida. Então, veio a despedida. Um dor tão forte, que foi capaz de me derrubar por meses. E com a despedida, veio a distância, onde as coisas ficaram cada vez mais difíceis, doloridas, tudo foi se desgastando, mas não acabando. E mesmo que hoje seja difícil de se reencontrar o carinho continua e continuará para sempre.
É ai estão meus "amores", ou não? Será que foi amor? Amor não é eterno?
Em cada história era amor, mas que se acabou. Amor acaba?
Bom, perguntas sem resposta e que eu as encontrarei em algum momento da minha vida, quando eu encontrar o meu verdadeiro amor. De repente, indo ao mercado ou na fila de padaria ... (ou não).

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

e te perdendo eu cresci tanto!



Hoje lendo tudo que escrevi por nós, fiquei pensando no porque de tudo isso acontecer. E entre tantos pensamentos, me veio o que mais coube no momento: crescer. Já ouvi muito aquela frase que diz "te perdendo eu cresci tanto, que não quero mais te encontrar", achava isso um orgulho, hoje percebo que não. Meus pensamentos tomaram outro rumo, me tornei uma pessoa mais seletiva. Aprendi a escolher com quem devo me relacionar, a quem eu devo respeitar, a quem eu devo amar, quem eu devo valorizar. Descobri, uma força que eu jamais imaginava que eu tinha e percebi o quanto eu posso suportar. Descobri que um término de um relacionamento não é o fim do mundo, mas o começo de um mundo melhor. Eu posso morrer chorando, mas eu morro em dois, três dias, no máximo. Depois eu nasço novamente, a vida continua, toma outro rumo, sem dor, graças a Deus. Eu sou assim. Não há nada que me faça sair do chão, perder o rumo. E se isso aconteceu, foi por alguma razão, aconteceu porque tinha que acontecer, porque há coisas melhores na minha vida e se te tirei dela, é porque não faz mais sentido, que já não importa mais. Até as lembranças boas foram junto. Me desculpa tal ignorância, mas comigo é 8 ou 80. Me faz bem, ótimo. Me faz mal, desculpa, mas pra mim não serve. Hoje, eu vou pensar em mim, ser feliz, sorrir, coisa que alguns dias eu não sabia o que era. Mas que passou, como um vento. Como se uma página da minha vida tivesse sido arrancada. E os erros, transformei eles em força e com eles percebi que devemos valorizar quem nos valoriza. Que devemos dar amor, a quem nos dá amor. Que devemos perder tempo, com quem perde tempo conosco. E que acima de tudo, as lágrimas de ontem, trouxeram a felicidade de agora em diante.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

e quanto mais tento fugir eu me aproximo mais ♪


Desabafo? Pode ser. Mas é o que eu mais tenho pensado nesses últimos dias. Nessa história complicada, difícil, que em muitas vezes me fez chorar, me fez perder o sono, que me fez ficar horas e horas em minha cama, sem vontade nem se quer de ir até a cozinha tomar água. Dramática? Desde que nasci. Mas apenas dramática, não mentirosa. Não te direi que isso tudo me trás só coisas boas. Não, não mesmo. Não vou concordar com a frase que diz ... quem ama, não te faz chorar. Claro que faz, tanto de saudade, de alegria, de tristeza, de amor, de prazer... Por tantas e tantas coisas, penso em desistir, em deixar pra lá, esquecer. Mas pra que? Já tentei fazer isso milhões de vezes. Consegui? Nunca!
Um dia me disseram que é amor antigo. Amor antigo... o que é isso? Daqueles que pode passar anos e anos e não se esquece? Que pode aparecer alguém perfeito, que faça todas as tuas vontades, que tenha o sorriso mais lindo e uma voz encantadora que te faça sentir arrepios, mas que mesmo assim, aquela pessoa que é o teu oposto, ainda é quem te faz ficar com as pernas bambas? Se for assim, sinto muito queridas meninas que estão loucas e desvairadas para tirar uma casquinha, é amor antigo!
É difícil segurar sentimentos. Não falar, quando o que eu mais quero é gritar pra todo mundo o que eu sinto. É difícil mudar. É difícil fazer coisas e ver que nada está sendo feito por mim. Mas ao mesmo tempo, se eu não fizer isso e não agir assim, eu vou me culpar o resto da minha vida, o quanto tola e fraca fui, perdendo a pessoa que eu mais amei.


Hoje, apesar dos pesares, agradeço a ti, parte da minha felicidade, do meu bom humor, do sorriso que não sai de mim, do coração batendo forte, da lágrima de saudade, das pernas bambas, do frio na barriga... agradeço, mesmo me remoendo em orgulhos, pelas doses de paciência, de cumplicidade, de alívio.

domingo, 15 de agosto de 2010

sabe?


Eu, ciumenta, chorona, briguenta. Tu, desligado, durão, orgulhoso. Sim, somos completamente diferentes, cada um em um extremo. Tentei inúmeras vezes me afastar de ti, me desligar totalmente e tenho certeza que também tentou fazer isso. Conseguimos? Nunca. Minhas promessas podem ter durado duas, três semanas. - Não, eu não vou mais falar com ele, não quero mais sofrer, não quero mais me aproximar. E tenho certeza que também pensou: - Não, eu não quero mais aquela sem noção, ciumenta, descontrolada. É, as coisas não são bem como queremos. Quer dizer, como queremos, mas querendo não querer.
Eu desisti. Desisti de me afastar de ti, desisti de querer te ver longe e passei a te aceitar como é. Como disse, somos opostos, mas que eu tenho certeza que juntos, nos completamos.
Se tu gosta do azul e eu do vermelho, se eu gosto de pagode e tu de metal, pouco importa. Se eu sou carinhosa ao extremo e tu gosta de levar as coisas com calma, pouco importa. O que importa, é que juntos nós vamos aprender a lidar com os defeitos um do outro e continuar de onde paramos, ou recomeçar, mas agora muito melhor, tenho certeza.
A descontrolada aqui, sempre vai estar investigando e querendo satisfações e o durão ai, sempre vai estar cheio de razões. Nós vamos nos desentender, tu vai me chamar de possessiva, eu te chamar de desligado e que com pequenas coisas como: - Eu preciso de ti!, - Queria tanto um abraço teu!, a gente esquece de tudo, das brigas e dos alguéns.
Sim, vamos com calma! Nunca se deve cometer os mesmos erros e colocar a carroça na frente dos bois. Mas é tão intenso, tão gostoso os nossos momentos juntos, que dá vontade de ficar ali, de bobeira e não te largar mais. Mas que nem se diz, " o apressado come cru " e estragar de novo não.
Tenho medos, muitos medos, tu sabe quais são, só não sabe a intensidade deles. Não sabe o quanto isso me faz mal quando penso e nem a que ponto eu penso. Tento esquecer, juro que tento. Tento entender as coisas da maneira como tu me diz, mas nem sempre são assim.
Mas e quem disse que é para ser tudo perfeito? Quem disse que as coisas tem que ser como devem ser? Se fosse assim, não teria graça. Se fosse assim, não estaríamos onde estamos hoje. Juntos, ou quase.
" sabe quanto tempo eu te esperei, sabe quanto tempo eu fiquei sem olhar pra trás. sabe quanto tempo que eu disfarcei, sabe quantas horas eu contei pra ti ver chegar. e contando os dias pro teu olhar, nem passava perto o momento pra poder tocar. tocar o movimento do teu coração, abrir um sentimento que comece de novo uma canção. ai quem sabe um dia a gente possa se encontrar ..."

terça-feira, 20 de julho de 2010

até onde o amor durar.


Deitada em minha cama a alguns dias atrás, pensando em nós, peguei um pedaço de papel e uma caneta e comecei a escrever. Escrevi coisas sem sentido, trechos de música, nossos nomes. Coisas de quem está ridiculamente apaixonada. Que escreve interruptamente os nomes em um coração ou entrelaçados. Entre várias frases, algumas palavras me chamou atenção:
"Vou até o fim, até onde Deus permitir, até onde o amor durar. Vou até onde o toque for sincero, onde o olhar e o sorriso forem fascinante, até onde o amor durar. Vou até onde a lágrima seja de saudade, de alegria, vou até onde o amor durar. Vou até onde a procura seja inexplicável e não rotineira, até onde o amor durar. Vou até onde o carinho for verdadeiro, o amor seja sincero, o beijo apaixonante, até onde o amor durar. Vou até onde as diferenças não nos esfrie e as semelhanças sejam tão iguais, que não possamos nos completar, vou até onde o amor durar."
Sim, eu sei, isso é muito intenso para tal situação. Vivemos isso uma vez. E porque não tentar a segunda?
Tu sabe, eu sei. As coisas não são tão flores cujas palavras a cima, não são tão fáceis como poderiam ser. Mas que relação não passou por obstáculos para chegar a plena felicidade? Nenhuma. Qualquer amor sempre teve ou tem, algo que o impeça de acontecer. E me desculpe tal petulância, não há nada que vá nos proibir, pelo menos para mim.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

quando ela é muita, cai pelos olhos.


Saudade... O que é saudade? O que nos faz sentir saudade? Para que sentir saudade? Saudade me faz lembrar ausência, lembranças, momentos, distância. Ausência de alguém que está longe, que não vejo a um ano, dois, talvez, Ausência de alguém que está perto, de corpo presente e alma distante. Lembranças boas, pois se fossem ruins não ia sentir saudade. Lembrança daquele beijo marcante, do último beijo. Lembrança do um toque, do carinho, do olhar, do último olhar. Lembrança daquele sábado à noite, deitados no sofá da sala vendo um filme que nem se quer lembro o nome, mas que foi o melhor filme da minha vida. Momentos, “aqueles” momentos. De choro? Pode ser. Choro de felicidade, choro de vitória. Isso trás saudade. Distância, eis a palavras que mais trás saudade. Quem não tem um amigo de infância que mora longe? Ou um amor antigo que está a quilômetros? Distância lembra separação, afastamento. Palavra que só de ouvir dói... distância, um dos principais motivos da saudade. Um cheiro, uma música, uma foto, palavras, uma comida, dia de sol ou de chuva, o modo de olhar, um sorriso aberto, o tom da voz, o toque da pele, o beijo, uma cor, isso me faz sentir saudade. Lembrar de tudo isso, acompanhando com a lembrança dos momentos com alguém, me faz sentir saudade. Saudade, saudade, saudade... Sinto saudade, estou com saudade, tenho saudade, respiro saudade. Saudade de uma, duas, três horas atrás. Saudade daquele dia ensolarado e frio, no começo da semana passada, foi à última vez que te vi. Saudade. E quem foi à maldita criatura que inventou essa tal saudade? Para que isso? A saudade foi feita apenas para torturar, para machucar, para entediar? Ou tem algum significado benéfico? Pois até hoje, eu não achei nenhum. Parei para pensar o que faz sentir saudade e até achei uma resposta, não muito convincente e nem muito agradável, pois tudo faz sentir saudade. Alguns longos exemplos: tempos de escola; amigos que foram embora, ou aqueles que a vida afastou; família; amores de todos os tipos, longos, curtos, correspondidos ou não, amores de hoje e de ontem, esquisitos ou normais; saudade daquela música que nunca mais escutei ou daquela voz... se fosse citar tudo aquilo que me faz ou trás a saudade, passaria horas e horas aqui, pois a vida é uma saudade. Tenho saudade da infância, do começo da adolescência e daqui uns anos terei saudade do final dela. Saudade é algo que se pensarmos bem, confunde. Saudade ou falta? Falta trás saudade. Saudade busca suprir a falta. Saudade ou lembrança? Saudade trás as lembranças. Lembranças trás a saudade. Pensando bem, saudade não poderia ser escrita assim. Teria que ser saldade, com L mesmo. Que vem de sal, de salgado, de ardência. Sal arde se colocarmos em contado com as feridas abertas. Saudade abre as feridas e as machuca, as faz arder, faz doer. E o pior que ela irá me acompanhar, te acompanhar, nos acompanhar até o final das nossas vidas e quanto mais vivemos, maior ela irá ficar. Entre tantas palavras tentando conceituar saudade, chego a conclusão que não há expressão, palavra ou frase se quer, que consiga traduzir o sentimento de quem sente saudade de verdade. Saudade dá um vazio, uma tristeza, faz cair lágrimas, faz sofrer, nos faz amar mais, é angustia, desespero, é espaço, é dor e sabe-se que quando ela é muita, cai pelos olhos.

domingo, 18 de julho de 2010

para que escrevo?


É incrível a facilidade que eu tenho de colocar sentimentos em pedaços de papel. Sentimentos esses de amor, lágrimas, carinho, sofrimento, cumplicidade. Não me peça para escrever sobre o chuvoso dia de ontem, ou sobre a importância de um dia de sol da nossa vida. Não! Eu não irei conseguir. Apenas o faço quando quero ou quando preciso. Não leio para escrever melhor. Não leio para saber me expressar melhor. Aliás, raramente leio. Só quando quero, quando me interessa. Escrevo para diminuir minhas dores, pra desabafar, pra me animar. É como se fosse um ponto de apoio, ou de ilusão. Quando penso em escrever sobre amor, um mar de coisas vem na minha cabeça: pensamentos soltos, estórias, histórias, sonhos e pesadelos, lágrimas e sorriso. Tento, da melhor maneira traduzir em palavras e que retrate bem o que sinto, o que espero. Quando penso em expressar minhas lágrimas, a faço de forma que não soe como se fosse um sarcasmo, uma humilhação, uma ironia. Escrever sobre elas, não me deixa mais triste, mais melancólica, ao contrário, me deixa melhor, mais aliviada, como se um peso, ou parte dele, saísse de mim, como se fosse um desabafo. E sobre carinho? Bom, é difícil falar sobre isso, pois é complicado entender a minha forma de analisar o que entendo como carinho. Carinho, não é apenas a carícia propriamente dita. Não se resume no afago dos cabelos. Carinho é pegar na mão publicamente. Beijar a testa. Mostrar respeito. Pegar no colo. Dizer que gosta, que ama. O quanto gosta, o quanto ama. Carinho não se pede, não de implora. Carinho não é sinônimo de melosidade, de grude. Carinho e uma das mais bonitas formas de se demonstrar o amor. E quando a pauta é sofrimento, assim como as lágrimas, não o trago em forma de humilhação, mas de desabafo. Sofrer é comum, tanto quanto amar. Quem ama, consequentemente sofre. Sofre com a ausência, com a distância. Sofre com os problemas. Sofre com o sofrimento do outro. No dicionário, sofrer é sinônimo de suportar, aguentar, tolerar, ter saudade. Sofrer pode ser suportar a dor, a ausência, a distância, a saudade, aguentar a dor a ausência, a distância, a saudade, tolerar a dor a ausência, a distância, a saudade, ter saudade, sofrer por saudade, amar na saudade. Pensando assim, sofrer não é tão ruim como é rotulado. E a cumplicidade, em que sentido falo? Acho que em todos os possíveis: de pai, de filho, de amigo, de irmão, de amor. Cumplicidade na intimidade, nos segredos, nas vitórias, nas derrotas. Cumplicidade no relacionamento, na amizade, na rotina. Sentimentos variados, mas que tem um valor incalculável. Sentimentos simples, que na vida nos faz crescer, amadurecer. O que seria de nós se não tivéssemos todos esses sentimentos? Existiríamos? Pode ser que sim, mas seríamos meros seres humanos, incapazes de amar, de sentir prazer, de não saber o valor de um abraço.